Afinal, por que o preço da gasolina não baixou em Sergipe

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O mês de agosto chega ao fim, e a pergunta continua ecoando entre motoristas sergipanos: por que a gasolina não baixou?

Desde maio, os preços seguem os mesmos nos postos. No dia 1º de agosto, entrou em vigor a chamada “nova gasolina”, com 30% de etanol anidro na composição. Era de se esperar alguma mudança nas bombas, seja para cima ou para baixo. Mas o que vimos em Aracaju (R$ 6,62 a R$ 6,69), Lagarto (R$ 6,39), Itabaiana (R$ 6,51) e em tantos outros municípios, nenhuma alteração.

E aí surgem novas dúvidas:
• O que sai da Refinaria de Mataripe, que abastece Sergipe, já vem com esse preço “travado”?
• É lá que está o gargalo ou nas distribuidoras, onde o etanol é misturado à gasolina?
• Ou será que os postos estão segurando valores, mesmo diante das mudanças?

No Garagem Sergipe, recebemos diariamente mensagens de leitores indignados, querendo entender o que acontece. Não à toa, a matéria sobre a gasolina E30 do dia primeiro de agosto foi a mais lida do nosso site neste mês. Isso mostra o quanto esse tema mexe com a rotina das pessoas — afinal, não se trata apenas de encher o tanque, mas de economia doméstica, mobilidade e custo de vida.

A verdade é que a população sente na pele essa estagnação e cobra respostas. Mas aqui fica o ponto central: quem vai ter coragem de explicar, de fato, onde está o nó dessa conta?
Enquanto o silêncio prevalecer, a sensação é de que o consumidor segue sozinho, pagando caro e sem explicação.

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