Yamaha entra no mercado de aluguel de motos com serviço Blustar

3 Min Leitura

A Yamaha passou a atuar no mercado brasileiro de locação de motocicletas com a criação da Blustar, nova empresa do grupo voltada à assinatura e ao aluguel de motos. A operação tem como público principal profissionais que utilizam o veículo para trabalho, como entregadores e trabalhadores autônomos.

O serviço começou com a Yamaha Factor 150 ED e utiliza a estrutura da rede de concessionárias da marca para retirada e atendimento aos clientes. A contratação é feita de forma digital, enquanto a entrega da motocicleta ocorre presencialmente em unidades credenciadas.

A Blustar oferece duas modalidades. No plano mensal, a diária custa R$ 52, equivalente a R$ 364 por semana. Já no contrato anual, o valor cai para R$ 49 por dia, ou R$ 343 por semana. Para liberar a motocicleta, é exigida uma caução de R$ 850, que pode ser parcelada em duas vezes.

Os contratos incluem serviços como manutenção preventiva, revisões, assistência 24 horas, rastreador e seguro contra roubo e furto. Também estão incluídos custos relacionados ao IPVA e ao licenciamento, conforme as condições do serviço.

A Yamaha Factor 150 ED é, inicialmente, o único modelo disponível na Blustar. A motocicleta possui motor de 149 cm³, tecnologia flex, câmbio de cinco marchas e tanque de combustível com capacidade para 15,4 litros.

Na configuração utilizada pelo serviço, o motor desenvolve 11,1 cv de potência e 1,3 kgf.m de torque com etanol. O modelo também conta com freio dianteiro a disco e painel digital.

A criação da Blustar coloca a Yamaha em um segmento que ganhou espaço no Brasil nos últimos anos, especialmente entre profissionais que dependem da motocicleta para gerar renda.

A operação começa com uma frota de 200 motocicletas distribuídas por três estados. A fabricante pretende ampliar o serviço utilizando sua rede de aproximadamente 600 concessionárias no país.

A entrada da Yamaha também aumenta a concorrência com empresas especializadas em locação de motocicletas, como a Mottu. A estratégia da fabricante japonesa, porém, combina o aluguel com a estrutura já existente de produção, concessionárias e pós-venda da marca.

Compartilhe este artigo