Vazamento indica reestilização da Nissan Frontier 2028 e chegada da Pro híbrida

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A Frontier seguirá em duas frentes: reestilização do modelo e a inédita Frontier Pro híbrida. Uma imagem da Tailândia mostra nova dianteira, mas a origem não foi confirmada e pode ser montagem por IA.

A linha Frontier deve seguir no país com duas vertentes: uma reestilização do modelo tradicional e a chegada da inédita Frontier Pro com motorização híbrida. Uma imagem que circula em fóruns e redes sociais na Tailândia indica como a picape reestilizada pode ficar, mas a origem da foto não foi confirmada.

Na imagem divulgada, a dianteira aparece totalmente reformulada, com faróis divididos, grade ampliada e elementos horizontais no desenho. Como a procedência do vazamento não está verificada, não se descarta a utilização de projeções ou de inteligência artificial para alterar ou aprimorar a qualidade das imagens. Algumas publicações admitiram usar IA para melhorar as fotos, e também surgiram versões com fundos diferentes e projeções com o mesmo design.

Se confirmada, a reestilização seguirá a estratégia adotada por outros concorrentes, renovando a carroceria sobre o chassi atual para estender o ciclo de vida do modelo. A prática tem sido usada para manter produtos no portfólio por alguns anos sem trocar a plataforma. No caso de rivais, a reestilização foi tratada por uma delas como nova geração, mas não há indicação de que isso ocorrerá de forma idêntica para a Frontier.

A Frontier Pro será uma variante desenvolvida sobre a Dongfeng Z9 e terá conjunto híbrido plug-in (PHEV). O sistema combina um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros com um motor elétrico dianteiro. O conjunto deve entregar 434 cv de potência e 81,6 kgfm de torque, associado a câmbio automático de quatro marchas e tração 4×4. A picape terá 5,52 m de comprimento e 3,30 m de entre-eixos.

Essa versão eletrificada promete autonomia de até 135 km no ciclo chinês CLTC. Além da mecânica, a configuração indica mudança de segmento por causa do porte, com foco maior em espaço e conforto em comparação a rivais. A Frontier Pro com tecnologia plug-in terá como mercados alvo América Latina, Oceania e Sudeste Asiático.

Para o modelo convencional, a reestilização da carroceria sobre o chassi D23 deve manter o motor diesel quatro cilindros 2.3 biturbo, com 190 cv e 45,9 kgfm. A transmissão seguirá sendo automática de sete marchas. Pensando no uso comercial, as versões de entrada devem adotar eixo rígido com feixe de molas na traseira, enquanto as versões mais caras devem manter suspensão multilink atrás.

A estratégia prevista é oferecer as duas opções no mercado brasileiro: a versão a diesel virá importada do México para atender clientes tradicionais no Brasil e na Argentina; já a Frontier Pro estreará com sistema híbrido plug-in como parte do plano de introduzir veículos eletrificados vindos da China para ampliar o portfólio nacional.

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